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A rotina de um profissional da engenharia, em grandes ou médias cidades brasileiras é bem parecida.Acordam às 06h.

Arrumam-se, tomam café e partem para o trabalho.Quando saem de casa, já se deparam com a mais corriqueira situação da vida moderna. O trânsito.Para se ter uma ordem de grandeza média, em Minas Gerais e Porto Alegre perde-se 1h por dia no trânsito.

No RJ perdem-se 2 horas. E em São Paulo, incríveis 3 horas médias, segundo os respectivos órgãos de trânsito destas cidades. Estes profissionais chegam no trabalho e começam a trabalhar – e muito – por sinal. Na hora do almoço, não é possível voltar para casa, pelo simples motivo da falta de tempo. O tempo de descansar e fazer outras atividades às vezes é trocado pela volta ao posto de trabalho.Poucos sabem, mais a Engenharia é a 4ª profissão mais estressante, segundo pesquisa da IBC (Instituto Brasileiro de Coaching).

No final do dia, a mesma saga: os profissionais voltam cansados para a casa. Chegam tarde. Tem seus afazeres como qualquer mortal e quando deparam, suspenso na parede da cozinha está seu relógio revelando 15 minutos para às 22h. Hora de dormir porque os projetos e obras chamam no outro dia, cedo.

E este ciclo vicioso acontece por várias vezes. E neste cenário regular do dia a dia, o profissional vê o mercado ficar cada vez mais competitivo. Mais profissionais adentrando ao setor. Mais empresas abrindo. Maior concorrência. Preços menores de venda.

E o resultado desta equação é simples: você precisa ser melhor. O profissional precisa se adequar à nova realidade do mercado, buscar novos conhecimentos, trazer novas soluções. Fazer mais por menos. Fazer mais, mais rápido. Criar, inventar, desenvolver…

Essa é a realidade.

A solução é ampliar suas chances no mercado, uma lógica que move o mundo empresarial.

Entretanto, como arrumar tempo para isso?
Ou melhor, como encontrar energias para enfrentar novamente o caos das vias urbanas e chegar cansado em uma sala de aula lotada?

Isso, sem contar nos custos marginais envolvidos. Transporte, estacionamento e alimentação fora. E, geralmente, naquele horário que você deveria estar com sua família ou descansando. Estou falando das sextas, sábados e até aos domingos.

Qual é a real taxa de absorção de todo conhecimento que o profissional está tendo?
Será o que o investimento está sendo retornado?
Pois bem. E se houvesse uma forma mais eficiente de aprender? Uma forma mais didática, moderna para o engenheiro e arquiteto que buscam conhecimento.

Um jeito que se invista menos recursos. Uma forma em que você pode aprender pelo computador, tablet, celular… estando no ônibus, carro, metrô, avião, etc.

Uma forma que você troque os horários mais improdutivos para os mais produtivos. Isso já existe, e se chama conhecimento EAD – ensino a distância. E é uma das maravilhas do mundo moderno. É a forma mais justa, democrática, eficiente, coerente e viável para todos adquirirem conhecimento.

Os cursos online vieram para ficar de vez. E não podemos ficar offline desta tendência.
Hoje o profissional da engenharia pode pagar por um preço justo. Pagando pelo cartão de crédito, pode escolher os melhores gestores e professores do mercado, em qualquer horário e lugar do mundo.

Isso gera possibilidades iguais de acesso ao conteúdo e conhecimento para aqueles que moram fora das capitais e os que vivem nos grandes centros urbanos.

A realidade é que não existe limites para o conhecimento.

Está na hora de evoluir junto com a tecnologia.

São 15 para as 22h. Hora de estudar mais 15 minutos antes de dormir!

Antes de ficar em standby, está na hora de ficar online.

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